CONVERSAS NO 100 · Ao ritmo das estações

No Equinócio de Outono voltamos a abrir a porta n.º 100 para as Conversas no 100 – Ao ritmo das estações. 

Num espaço de diálogo para todos os que querem experienciar a presença do belo e do bem, e aceitam refletir a realidade onde habitamos, olhando – com horizontes largos de significado – o quotidiano.

Novamente os dias ficam iguais às noites, mas agora sei que a noite vai passar a ser superior ao dia. Acabou o Verão, tudo recomeça. A natureza diz-me o mesmo. A queda das folhas traz inscrito um novo ciclo que virá…

O que me inquieta verdadeiramente (e por isso me move a fazer novo)?

Conversadores

Conversas no 100, Equinócio de Outono

 

Beatriz Fernandes

Licenciada em Terapia Ocupacional, dedica-se a projetos de Intervenção social, inovação e empreendedorismo social. Atualmente é gestora de projetos de impacto social, na RESHAPE, uma organização onde procura desenvolver projetos de reinserção social de todas as pessoas que estão ou já estiveram privadas de liberdade. 

O voluntariado sempre fez parte da sua vida. É escuteira desde pequena e, desde 2021 que faz parte da ONG Equipa d’África, onde realizou missões em Portugal e Moçambique.

Acredita que viver o dia a dia com propósito é uma das chaves para a felicidade.

Conversas no 100, Equinócio de Outono

 

Cristina Larangeiro

Designer há mais de 25 anos, vive desde sempre desperta para os mistérios do universo. De um misto de intuição com um sentido de curiosidade nato, nasceu uma vontade intrínseca de estudar as 5 Artes que compõem o universo da Metafísica Chinesa. Há mais de uma década que se dedica ao estudo e aplicação de técnicas como Feng Shui, Bazi ou Qi Men Dun Jia.

Acredita que o Universo conspira sempre a favor dos sorrisos…
Do latim “conspirare”, que significa “respirar junto”.

Conversas no 100, Equinócio de Outono

 

Cristina Velozo

Licenciada em direito, trabalha atualmente na Loja Lisboa Cultura, um projeto da CML de apoio jurídico aos artistas da cidade. É uma das fundadoras da Boa Vizinhança/Dona Ajuda, onde trabalha quase diariamente.

Casada há 33 anos, com 2 filhos e uma neta, Cristina acredita que a boa vizinhança faz de um bairro, um local feliz. Se cada um mudar o m2  à sua volta, é fácil mudar o mundo.

 E terminamos as conversas com música.