27 de dezembro a 6 de janeiro
Um olhar coletivo sobre as muitas formas de viver o Natal.
No presépio, tudo é humilde e essencial: uma gruta, Maria e José, o Menino, e a esperança da vida que recomeça.
É este tempo simples e luminoso que a exposição “O Natal que não se vê” procura mostrar – o Natal que se vive nas famílias pequenas e grandes, nas comunidades e nas ruas, na solidão e na partilha, na pobreza e na esperança.
Esta exposição convida a olhar com mais atenção e a descobrir a beleza e a simplicidade do nascimento de Jesus em diferentes realidades do nosso tempo
Fotografia 1; 2 e 3
Autor: CDJ Cassongue
Título: Natal no CDJ Cassongue
Descrição: No dia 19 de Dezembro reuniu-se a coordenação do CDJ Cassongue, colaboradores e crianças do Apoio ao Estudo para celebrar o Natal.
Este foi preparado com ensaio de cânticos de Natal, elaboração de presépios e no dia combinado as crianças apresentaram as suas habilidades, a Irmã Maria de Jesus falou do Natal e seguiu-se o almoço.
Os rostos felizes das crianças foram o testemunho de que valeu a pena.
Fotografia 4
Autor: Emanuel Trindade
Título: Natal sem Adição
Descrição: A fotografia apresenta-se desfocada, simbolizando a espontaneidade, a convivência harmoniosa e a alegria de quem passa uma consoada fora do habitual. Os rostos revelam felicidade, e a boa disposição prevalece apesar das adversidades vivenciadas pelos utentes. Foi assim que o nosso utente passou o seu Natal.
Legenda:
“Muitas vezes as coisas que nos tocam mais são aquelas que, na altura em que estão a acontecer, nem nos apercebemos.” — António Lobo Antunes
A exposição será digital e estará em projeção contínua:
no Salão Nobre do 100, em Lisboa;
Sábado | 14h-18h
Domingo | 15h-18h
na Sala Digital do Convento das Capuchas, em Santarém
Quarta a Sábado | 10h-18h
no site do Luiza Andaluz Centro de Conhecimento.
Mais do que uma exposição, “O Natal que não se vê” quer ser um espaço de encontro. Um lugar onde diferentes realidades se tocam, e onde cada visitante possa deixar-se interpelar pela pergunta: “Como nasce o Natal em mim?”
Mesmo na simplicidade e no pouco, o Natal é sempre presença, é sempre vida nova. Porque, onde há amor, a luz do presépio acende-se outra vez.





