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Junho

2020

Custódia

Custódia moderna de prata e vidro com o crescente eucarístico em prata dourada. O presente objeto pode ser denominado como custódia ou ostensório, porque, apesar de nas outras línguas o nome ostensório ser mais comum (italiano: ostensorio, francês: ostensoir), a tradição portuguesa do termo custódia prevalece.

Custódia de prata

A custódia, como muitas alfaias litúrgicas, é a representação física da riqueza da sua comunidade.

Então, poderíamos pensar que a congregação é uma comunidade com poucos meios, tendo uma custódia tão simples. Mas, tal como a custódia pode representar a riqueza, também pode espelhar os valores de uma comunidade. Neste caso, a custódia simboliza um valor vital da congregação, a simplicidade. Luiza Andaluz sempre prezou a simplicidade, negando-se de ostentação.

Jesus, O Rei dos Reis, o Senhor dos Senhores tão simples, tão manso, tão pequenino…. e eu tão cheia de amor próprio. Peçamos ao bom Jesus que nos torne humildes e simples.

Luiza Andaluz, Natal de 1939

Custódia de prata
Custódia de prata

A custódia é um suporte utilizado para a exposição do Santíssimo, representado, na celebração, em forma de hóstia, sendo este inserido no crescente eucarístico.

Categoria: Alfaias litúrgicas

Designação: Custódia

Local de manufatura: Porto

Data: 1938-1984

Localização original: Complexo Andaluz

Inventário: CSNSF/CMS.AL.0052